O problema
O planejamento convencional
deixa lacunas que custam caro.
Inventário judicial, declaração de IRPF e até testamentos registrados frequentemente ignoram categorias inteiras de ativos — especialmente os digitais. Quando isso acontece, os bens não somem: eles ficam presos, inacessíveis, ou sujeitos a disputas que consomem tempo e recursos dos herdeiros.
O guia analisa os principais vetores de risco à luz do Código Civil, da LGPD e da jurisprudência atual dos tribunais superiores.
01
Ativos digitais e criptomoedasO que acontece com sua carteira quando você morre — e como garantir acesso aos herdeiros.
02
Participações societáriasQuotas e ações que o inventário subestima ou ignora por ausência de documentação adequada.
03
Direitos sobre propriedade intelectualRoyalties, licenças e obras autorais que geram renda e raramente entram no planejamento sucessório.
04
Dados pessoais post mortemO que a LGPD define — e o que ainda é lacuna legal — sobre o destino dos seus dados.
05
Ferramentas de proteção disponíveisO que o ordenamento jurídico atual permite fazer para reduzir esses riscos.
06
O inventário que ninguém fazUm roteiro prático de levantamento de ativos para usar com seu advogado ou planejador.
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